A revolução do sucesso

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A revolução do sucesso

A revolução do sucesso Reprodução

 

Grandes revoluções aconteceram porque alguém pensou diferente. Pode parecer simplista, mas, se pensarmos nas grandes mentes da História, conseguimos enxergar esse “processo”. Uma ideia bastante parecida envolve o mundo das startups, na visão de Gustavo Vaz, COO da Easy Taxi: o inconformismo com o status quo.

 

Esses novos negócios baseados, principalmente, em inovação e tecnologia têm ganhado o mercado e deixado exposto que é possível pensar de forma diferente. Assim, o que faz com que esses empreendedores encontrem o sucesso de seus projetos?

 

Rosi Rodrigues, diretora de operações da Associação Brasileira de Startups, pensa que o momento que vivemos tem grande influência nisso. “A tecnologia só vai fazer cada vez mais parte da vida das pessoas. Com isso, a forma comprar, de se relacionar, mudou. Esses produtos inovadores servem exatamente esse leque de pessoas que está mudando junto com a evolução dos tempos”, explica.

 

Visão dos protagonistas
Bastante alinhados com essa reflexão, Rufo André Paganini, CEO do dod – Robôs Investidores, e Gustavo Vaz, da Easy Taxi, destacam três principais itens dessa equação positiva: desejo de mudança, espírito de equipe e agilidade.

 

Para Vaz, o “pensar fora da caixa”, base das startups, é muito relevante para o sucesso do negócio. “É essa coisa de tentar resolver problemas da comunidade, questões que nunca foram solucionadas antes”, ressalta. Exatamente como a Easy Taxi, que procura melhorar o trânsito das cidades e auxiliar os taxistas.

 

O segundo ponto que o COO vê como crucial é a conexão entre as diferentes áreas do negócio. Profissionais especializados em setores distintos, quando pensam em conjunto para uma causa, enxergam características que, talvez, apenas uma empresa de marketing, por exemplo, não daria atenção. Como descreve Paganini, “As poucas pessoas que estão no time são vitais para o sucesso do negócio”.

 

No mesmo sentido, o executivo da dod aponta que essa ação conjunta dá a esses empreendimentos um caráter ágil muito forte. “A startup é como um jet-ski: se ela quiser mudar de direção, fazer uma manobra, um ajuste, tem agilidade para isso, flexibilidade. Enquanto uma corporação é um navio de cruzeiro. Se for fazer uma curva precisa mudar de plano, fazer uma curva bem ampla, lenta”, ilustra.

 

Fora isso, o CEO dos robôs investidores acredita que existe uma fator muito importante nesse meio tecnológico: um ecossistema conectado. “Nesse ambiente de startups, as empresas se comunicam muito, são integradas através de iniciativas conjuntas, grupos. Hoje, temos comunidades, por exemplo, de tecnologia, de crescimento, onde compartilhamos técnicas de venda, técnicas de negócios, de marketing digital”, conta.

 

Paganini elucida que diversos membros de startups compartilham desde métodos até ferramentas. Um ambiente bastante rico de conhecimento. Algo, talvez, não tão pensável para empresas maiores.

 

Para os novos empreendedores que também querem seguir esse caminho inovador, Vaz dá um recado: “Definitivamente, saia do escritório. Valide sua ideia na rua. Vá buscar com o seu cliente final o que ele precisa. Muitas vezes, o mundo de startup é tão sedutor que você tem vontade de criar todo o planejamento da empresa por conta própria, mas é importante falar com o cliente. Às vezes são apenas mudanças pequenas que você precisa”.

 

*O Especial Startups da B2B Magazine vai ao ar às sextas; continue acompanhando as discussões sobre o assunto pelo Facebook e Twitter sob a hashtag #EspecialStartups.

 

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