Startups: 4 passos para não morrer nos primeiros 100 dias

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Startups: 4 passos para não morrer nos primeiros 100 dias

Startups: 4 passos para não morrer nos primeiros 100 dias Reprodução

 

Uma ideia, um projeto, um roteiro. Quando as ações finalmente culminam no nascimento da startup, qual é o próximo passo?

 

Validar é preciso, viver não é preciso
“Venda é um processo que toda startup deixa mais para frente. Todo mundo pensa no pitch 'olha que ideia legal', mas o ideal é pensar no pitch 'você pagaria por esse aplicativo?'”, ilustra Ricardo Rodrigues, cofundador da Social Miner.

 

Na visão dos empreendedores que já estão no mercado com sucesso, a ideia tem que ser colocada à prova. Senão, não adianta: sua startup vai entrar para a estatística de empresas que morrem nos primeiros seis meses. “Validar não é ganhar prêmios, conseguir investimentos, colocar seu trabalho na imprensa. Isso não faz a mínima diferença para quem está comprando o seu produto”, destaca Ibrahim César, cofundador da Blumpa. Basicamente: tenha certeza que seu público realmente precisa de seu produto.

 

Processo
Para Ludmila Veloso, cofundadora da Eyso, a palavra de ordem para o estágio inicial é processo. Como sua startup lidou com um cliente muito grande logo de cara, a empreendedora destacou que procurar métodos foi fundamental para entregar o resultado esperado. “No início, achamos que temos um produto que alguém vai comprar. Se alguém vai comprar, precisa existir um processo para isso acontecer. Tudo precisa ser repetível e escalável, não só seus clientes”.

 

Há um detalhe, porém: sua equipe precisa compreender o que é um processo. “Entenda o que é e seja repetível em sua entrega. Tenha seu método mesmo sabendo que tudo vai mudar”, aponta.

 

Sintonia
Para começar seu novo negócio você provavelmente precisará de sócios e esse é um processo bastante delicado. “Alinhar as expectativas de todos os cofounders, do que esperam uns dos outros é essencial. Perder um membro no meio do caminho é muito difícil”, conta Ludmila relembrando sua própria experiência. E aconselha: “Esqueça os títulos. CEO, CFO, isso não funciona nos seus primeiros dias. Garanto que tudo vai mudar depois”.

 

Tenha empenho e acredite
“Nos cem primeiros dias, não se preocupe com o investidor. Você não precisa pedir permissão para ninguém para que possa empreender”, destaca Juan Bernabó, fundador da Germinadora. Em seus anos de experiência, Bernabó assistiu a casos em que novos profissionais tinham muito potencial, mas foram podados pelos investidores em potencial. Por isso, garante: esforço e focos em suas atividades, experimentação, ideias, todos são mais importantes nos primeiros cem dias. O investidor pode ser levado em consideração depois desse período – no entanto, sem limitar seu potencial.

 

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