Estratégia: o que as startups têm a ensinar às grandes empresas?

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Estratégia: o que as startups têm a ensinar às grandes empresas?

Estratégia: o que as startups têm a ensinar às grandes empresas? Shutterstock

 

A inovação tem a capacidade de simplificar o complicado, resolver o que parece improvável, identificar ideias em terrenos aparentemente inférteis. Esse é o cerne de nascimento das startups e o principal motivo de seu sucesso. Diversos modelos nasceram pela aspiração por resolver problemas e questões sociais e corporativas.

 

Durante o CONAREC 2015, que foi guiado pelo tema “Inovação sem limites”, seis modelos de negócio mostraram aos grandes empresários o que há de diferente no mercado – e como atuar de forma diferenciada nos negócios. Antes de participar do evento, os CEOs das startups deram depoimentos ao B2B Magazine sobre como sua forma de atuação tem algo a ensinar às organizações mais tradicionais.

 

No primeiro capítulo desta série, Rufo Paganini, CEO da dod – Robôs Investidores, dá sua visão acerca de o que a cultura startup pode ensinar a essas companhias com relação às estratégias de negócio. Como otimizar a operação, o que faz diferença na hora de traçar metas, que pontos ainda atrasam a inovação? Confira: 

 

Passando da era industrial para a era do conhecimento, empresas tradicionais têm o desafio de inovar em rede, compondo células independentes que não estejam presas a todos os processos um tanto “burocráticos” do ambiente corporativo e possam estar integradas ao aquecido ecossistema de inovação em que vivemos. Talvez a principal matéria prima deste século sejam os sonhos, a informação e os recursos para sua realização estão ao alcance de todos.

 

Startups buscam ser ágeis no aproveitamento das incríveis oportunidades que surgem nas ondas da inovação, como é o caso da economia colaborativa, que visa potencializar a interação social e as experiências urbanas, removendo barreiras físicas e conectando os mundos offline e online.

 

Para inovar não basta inventar algo, é necessário atender a uma demanda real do mercado, por isso precisamos estar atentos à Geração C (Connected Collective), crescente grupo que usa de verdade as mídias sociais, que compartilha e observa opiniões sobre produtos e utiliza diversos serviços e moedas digitais. A Geração C irá compor 75% da força de trabalho em 2025 e ela tem cada vez mais consciência do modelo H2H (Human to Human), no qual o ‘obter o bem pessoal máximo ao preço mais baixo possível’ deixa de existir”.

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*Acompanhe o especial #StartupsEnsinam também pelas redes sociais

 

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