A Internet das Coisas já é uma realidade

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A Internet das Coisas já é uma realidade

A Internet das Coisas já é uma realidade Shutterstock


Devido à enorme velocidade da inovação tecnológica, a sociedade será radicalmente diferente nos próximos três mil dias. Você não precisa ficar com medo disso e nem desejar que essa velocidade diminua. Muitas vezes, os nossos próprios limites de percepção nos impedem de ver as mudanças acontecendo diante de nós. O resultado dessa mudança acelerada cria uma grande oportunidade para o Brasil. A nova revolução industrial – essa era das máquinas que sempre ouvimos falar – é ativada por redes interligadas, sempre conectadas e por dispositivos de rede.


Em 10 anos, teremos mais de oito bilhões de pessoas com 300 milhões de dispositivos portáteis e 100 bilhões de dispositivos conectados através de um trilhão de sensores. O encontro da tecnologia móvel, TVs, carros, termostatos domésticos, sistemas de ventilação e alarmes, computadores, sensores e dispositivos portáteis, irão ligar 205 milhões de cidadãos brasileiros aos serviços que desejam. Equipamentos inteligentes serão programados nas roupas e em outros produtos comerciais. Estes materiais inteligentes programáveis têm propriedades que podem ser significativamente alteradas por incitações externas, tais como água, temperatura, pressão ou estímulos elétricos. Pense, por exemplo, em um pneu de automóvel numa estrada precária, podendo ser capaz de mudar suas propriedades isoladas de capacidade e segurança para lidar com diferentes situações em decorrência de estímulos externos, como a identificação de uma estrada molhada.


Drones e robôs já fazem parte do mundo - eles estão sendo programados para melhorar a nossa vida, fazendo coisas que não podemos fazer e nos liberando para fazer algo que seja mais significativo para nossas vidas. Hoje, por acaso, alguém usa um ábaco para fazer contas? Claro que não! Nós usamos calculadoras, computadores e planilhas. Esfregamos galhos para fazer fogo? Não - nós apertamos um interruptor e as luzes se acendem. Geramos calor, ligamos o forno para cozinhar e a água flui através de torneiras. A tendência é que todos experimentem inovações que podem mudar a vida - ajudando a trazer as suas contribuições para o resto do mundo. Vírus inteligentes poderão ser criados para salvar vidas e equipamentos remotos em áreas distantes poderão ser pré-programados para manterem-se em circunstâncias diferentes.


O Brasil, como outros países, enfrenta desafios na educação da próxima geração de trabalhadores, possui lugares ainda sem acesso à água potável, precário tratamento de doenças, pobreza, sente dificuldade em encontrar novas fontes de energia e acabar com o analfabetismo. Precisamos abraçar formas mais ousadas e mais inovadoras para resolver estes problemas. A conectividade onipresente e a marcha da Lei de Moore vão acelerar a forma de como as pessoas colaboraram, compartilharam, aprendem, de como se reúnem e a conduta de informações de negócios e intercâmbio. Uma vez que temos categorizado e organizado o acesso universal a tudo o que já foi conhecido no planeta, podemos pensar no que devemos fazer.


A tecnologia sempre foi uma fonte de esperança, de novas oportunidades, ela nos capacita a moldar o nosso mundo e a controlar nosso próprio destino. A internet das coisas é uma frase de efeito para expressar essa confiança, otimismo e antecipação do futuro. Esta nova era vai nos proporcionar um futuro muito melhor.


*Paul Sullivan é evangelista para tendências tecnológicas da Autodesk América Latina

 

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