Por que Yarny é um game nada convencional?

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Por que Yarny é um game nada convencional?

Por que Yarny é um game nada convencional? Divulgação


Vez ou outra surgem alguns jogos que não necessariamente representam um desafio para experientes jogadores. A ideia não é propor um desafio a habilidade de um gamer, mas simplesmente oferecer um raro sopro de criatividade em um mercado que caminha feito zumbis na direção de velhos jogos de tiros ou RPGs com as mesmas temáticas medievais.

 

É como um paralelo entre os cinemas hollywodiano e o europeu. Enquanto o primeiro privilegia a força do impacto visual e dos efeitos especiais, o outro é reconhecido pelo que o cinema é: uma história lírica, uma fotografia bem pensada e, no caso dos games, o perfeito casamento entre o tipo de jogo (plataforma, primeira pessoa...) e a condução da maneira de contar uma história. Mas e o jogo? Um detalhe que verdadeiramente não faz falta.

 

Esse é o caso do belíssimo Yarny (uma subjetivação para a palavra yarn, que significa fio), um jogo produzido pela Unravel e que estará disponível para a venda na loja online do Xbox One a partir do dia 9 de fevereiro – a pré-venda já começou. Sim, a protagonista é um fio do rolo de lã vermelha que pertencia a uma simpática senhora. A aventura ocorre em um cenário inspirado no norte da Escandinávia – com gráficos de tirar o fôlego.

 

No entanto, tudo isso não passa de uma descrição literal e que não corresponde ao que efetivamente significa a história. Na verdade, tudo não passa de uma metáfora, sendo que o fio representa união, vínculo, enlace. Um abraço.

 

Em outras palavras, Yarny ganha vida a partir da conexão entre pessoas que se amam. É exatamente isso o que faz uma lã caminhar, pular ou se emocionar. Ele vive pelo desejo da senhora em se conectar (e presentear) um parente muito querido. O amor entre familiares, normalmente, é um fato, mas precisa ser lembrado. A jornada do pequeno fio de lã vermelha é justamente pelo reavivamento desse amor adormecido.

 

É possível que o jogo não seja para qualquer jogador – ao menos, aqueles menos sensíveis. Se for o seu caso, tenha a convicção de que se trata de um convite a uma interrupção da diversão eletrônica e, ao mesmo tempo, uma visita à casa dos avôs e avós. A lã vermelha do jogo faz emergir a premente necessidade de reavivar velhos e amorosos laços com familiares queridos e que confere vida orgânica a um fio que une pessoas que se amam. É isso que o dá vida a Yarny.

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