Um Super Bowl mais “tech”

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Um Super Bowl mais “tech”

Um Super Bowl mais “tech” Reprodução

O Super Bowl, maior evento esportivo dos Estados Unidos, está mais tecnológico este ano. Além de marcas tradicionais que apoiam o evento, a  sua 50 edição terá como apoiadores empresas que fazem parte da nova dinâmica digital de consumo.

 

A primeira a apoiar e também se beneficiar com o Super Bowl é a Airbnb. Ela anunciou que o preço dos alojamentos em casas privadas em São Francisco estão custando o triplo do habitual entre 1 e 7 de fevereiro, dia da final.

 

Marissa Mayer, CEO da Yahoo!, Brian Krzanich CEO da Intel e David Drummond, VP da Alphabet, fazem parte da comissão organizadora. Hewlett Packard, SAP e Seagate também patrocinam.

 

Segundo, Keith Bruce, responsável pelo comitê de organização do Super Bowl, “as empresas tecnológicas sabem que o evento é uma peça importante da cultura americana e que ali podem chegar a um publico mais amplo”.

 

Só com o apoio de instituições privadas (fora os aportes estatais) o evento já arrecadou 50 milhões de dólares em propaganda.

 

O estádio conta com 1.200 pontos de conexão wifi para comportar 72.000 pessoas postando selfies e fotos nas redes sociais e buscando estatísticas da partida na internet. A capacidade de banda larga é 10 vezes superior a exigida pela NFL em todos os outros estádios. Para se ter uma ideia da importância da conexão no estádio, no ano passado Twitter e Facebook quebraram todos seus recordes de tráfego durante  a transmissão do evento. Este ano a hashtag no twitter é #SB50.

 

Para os momentos complicados de entrada e saídas do estádio, o Google oferecerá ônibus para as pessoas que trabalham no evento, e também para o público ao custo de 55 dólares ida e volta, partindo de um ponto estratégico da cidade.

 

Uber também está na lista dos patrocinadores. A empresa construiu um estacionamento imenso a apenas duas quadras do estádio, numa localização estratégica, que não impacta o transito local, para descarregar e carregar seus passageiros. A empresa terá uma tarifa fixa no dia do evento para sair e entrar da baia de São Francisco, local do Levi’s Stadium, onde será a partida final. Uber também proibiu o acesso a este local da Lyft, seu maior concorrente.

 

Apple se comprometeu a prover à comissão organizadora o uso de produtos e equipamentos e declarou que sua logomarca será coberta em seus gadgets.

 

SAP, outra patrocinadora, optou por criar um jogo futurista que será exibido nas telas do estádio e nas zonas de acesso. Yahoo! ficará com a responsabilidade de oferecer as estatísticas da partida em tempo real.

 

Os wearables não ficaram de fora do espetáculo. A startup Zebra mostrará para às equipes a velocidade, consumo calórico, pulsação e detalhes do estado de saúde de seus jogadores por meio de um tecido tecnológico em suas roupas.

 

 

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