Movimento quer identificar as 100 startups mais inovadoras do mundo

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Movimento quer identificar as 100 startups mais inovadoras do mundo

Movimento quer identificar as 100 startups mais inovadoras do mundo Shutterstock


Mais uma oportunidade está aberta para os empreendedores: o movimento 100 Open Startups está com inscrições abertas para qualquer startup do Brasil e do mundo que queira participar de uma rede de conexão que envolve 120 grandes empresas do Brasil – o triplo do número de empresas no lançamento da edição do ano passado. As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de agosto pelo site da iniciativa


Neste ano, o 100 Open Startups  parte com 20 desafios temáticos propostos pela rede de grandes empresas das mais diversas áreas. A novidade é que, agora, o movimento sai do Brasil e chega também a outros países na América Latina, EUA, Europa e Ásia.


Para entrar para o movimento, a startup deve se inscrever e escolher o desafio que tem mais sinergia com sua solução e em qual "Capital da Inovação" do programa  pretende se apresentar. O processo acontece em cinco etapas. Inicialmente, as avaliações das startups são feitas online pela rede de especialistas e executivos das grandes empresas que participam do movimento. As propostas com mais combinações com executivos de grandes empresas são convidadas a participar de um pitch pessoalmente na Capital escolhida – são 12 no Brasil e nove no exterior.


No ano passado, 1.569 propostas foram recebidas e 853 startups avançaram para serem avaliadas pelas grandes empresas. A partir de 18 de julho começa o processo de matchmaking com os executivos das grandes empresas que passam a colaborar e classificar as startups na plataforma do programa.


A meta do movimento é identificar as 100 startups mais inovadoras de diferentes regiões do mundo, boas para investimento, na opinião de quem atua no mercado.  Ou seja: no “100 Open Startups” é o próprio mercado que avalia e apoia novos empreendedores inovadores. As vencedoras poderão se conectar pessoalmente com as grandes multinacionais globais participantes do movimento tais como 3M, Abbott, IBM, J&J, Whirpool, Dow e grandes grupos nacionais como Votorantim, Algar, Boticário e Natura.  


“Startups têm muitas ideias, muitas alternativas e muitos possíveis caminhos a seguir. Se as startups não obtêm o compromisso e acesso a recurso de instituições estabelecidas em suas fases iniciais - empresas ou fundos de investimento - elas têm muita pouca chance de prosperar”, explica Bruno Rondani, engenheiro e mentor do movimento.


De acordo com o especialista, o potencial da metodologia do 100 Open Startups é reduzir drasticamente a assimetria de informação que existe entre desafios e soluções ao mesmo tempo que cria um contexto de confiança para que inovações de maior impacto sejam cocriadas. “O problema é que muitas boas ideias podem estar descoladas da realidade e carecem do feedback de profissionais que atuam no mercado para que consigam validar suas propostas. Ao mesmo tempo, executivos de grandes empresas muitas vezes desconhecem a movimentação feita pelas startups e são surpreendidas com suas inovações”, aponta.


Confira os números da edição passada:

 

  • 30 avaliações: foi a média recebida por cada startup participante do movimento em todo o processo;
  • 75 grandes empresas se conectaram ao movimento;
  • 25 fundos de investimento ou redes de investidores-anjo participam das avaliações;
  • 53 contratos já foram firmados entre empresas e startups desde a conclusão do ciclo anterior;
  • 30 startups captaram investimentos em até dois meses após o fim do ciclo anterior;
  • 692 parcerias estão em negociação.

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