TI: o que os Jogos Olímpicos 2016 podem ensinar aos bancos?

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TI: o que os Jogos Olímpicos 2016 podem ensinar aos bancos?

TI: o que os Jogos Olímpicos 2016 podem ensinar aos bancos? Reprodução

 

A computação em nuvem está cada vez mais na mira das empresas seja pela redução de custos ou pela otimização dos processos. No sistema financeiro não é diferente. Porém, para essas empresas existem alguns agravantes principalmente no que diz respeito à segurança. Durante o CIAB FEBRABAN 2015, Marcelo Grimaldi, gerente de operações dos Jogos Olímpicos 2016 da Atos, apresentou a estrutura de Tecnologia da Informação utilizada para que as olimpíadas tomem forma – e porquê os bancos deveriam levar este desenvolvimento em consideração.

 

Para Grimaldi, existe um ponto crucial: a estrutura existe para que tudo funcione e não pode falhar – exatamente como as aplicações financeiras. Por isso, existe uma operação estruturada que integra equipes de diversas áreas da TI para que, em conjunto, possam ter uma rápida reação caso seja necessário.

 

“Assim como em qualquer aplicativo dentro do mercado bancário, para implementarmos o sistema para os Jogos foi preciso planejar. O projeto tem um ciclo de quatro anos, a primeira equipe focada nisso chegou em novembro de 2012”, explica o executivo. Após passar por planejamento, design de aplicações, definição das estratégias, o plano será totalmente testado durante 2015 para garantir as operações no próximo ano.

 

O projeto dos Jogos envolve tanto sistemas completamente baseados em uma nuvem particular quanto aplicações mais complexadas ainda baseadas em data centers. Todo o gerenciamento da força de trabalho, credenciamentos, resultados das competições, dentre outros dados coletados, fazem parte do sistema virtualizado.

 

Qual o motivador?
“Hoje, a cada 2 anos temos que construir uma nova infraestrutura para os Jogos Olímpicos – construir data centers, conseguir uma equipe. A ideia é centralizar esse processo, reduzindo custos e otimizando a operação”, conta Grimaldi. Nos bancos, a lógica é a mesma. Ou a cada nova demanda sua empresa construirá uma nova estrutura?

 

Essencial
A eficiência operacional do sistema imaginado para os jogos é um fator determinante para um objetivo mirado por todas as empresas: a experiência do usuário. Na visão do especialista, o público é antenado com as tendências e quer aplicações que trabalhem em tempo real. “Você não quer saber o resultado de uma competição 10 minutos depois. O seu cliente também não quer realizar uma transação 10 minutos depois”.

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